
Deixa o Sol de lado só por hoje
Pra fazer valer aqueles minutos de palavras que nunca falo
Dei-me conta que “ninguém” é aquele “quem” que nada faz.
Que deixa guardado que é amargo
Que desiste de tudo que não sentiu
E aqueles que prezam por nos
Que abrem os sorrisos amarelos
Só pra ofuscar as cores que já não vejo
Melhor fazer de conta
De que tudo ainda me convém
De conseguir sintetizar o que posso tocar
De engavetar as lagrimas
Revestir-me de risadas
Encarar o colorido do tempo que faz girar
Amassar os pensamentos desconexos
Enfatizar a vida em toda sua eternidade de diária
Melhor fazer de conta
De que minha paz entreguei a ninguém
De que os sentidos calejam-se
De que lábios ainda podem receber sorrisos
De que lagrimas ainda cairão do céu
E irão molhar o passado que desbotou
Faz de conta que não amanheceu
Já que de luz não preciso mais pra te ver
Diz pra Deus que eu vou estar aqui
Continuarei a esperar essa chuva cessar
Diz ao sol que pode se esconder
Pois sei que cansarei de esperar
Conto do Faz de Conta
Postado por
Karol Matos
terça-feira, 25 de agosto de 2009
1 comentários:
Misericredo heim... cada vez melhor a qualidade dos textos...
LURDIIINHA TIVE UMA EPIFANIA
phodasticas essas aí
amu tu tatu! (bolinha!)
Postar um comentário