Historia do Suicidio

Percorrendo a história da humanidade, notamos que na Antigüidade os hebreus foram os que menos cometeram o suicídio. As Escrituras registram apenas o suicídio de Abimileque, de Saúl, de Aquitofel, de Zambri e pouco mais.

Nos povos orientais, o suicídio é um fato vulgar e normal. Os japoneses adotam o haraquiri, ritual de suicídio usando a espada. São famosos os kamikazes, pilotos japoneses, membros de um corpo de voluntários que no fim da 2.ª Guerra Mundial, treinados para desfecharem um ataque suicida contra objetivos inimigos, especialmente navios. Na Índia não se contam os suicídios senão aos milhares.

Na história do Egito, tornou-se célebre o suicídio de Cleóprata.

Em Cartago eram também freqüentes os suicídios. Amílcar matou-se humilhado por uma derrota e Aníbal suicidou-se para não cair nas mãos dos seus inimigos. Códio, rei de Atenas, matou-se para livrar o seu país dos horrores da guerra.

Na Idade Média, período caracterizado por uma maciça dominação religiosa, o suicídio diminuiu, pois quem o cometesse não recebia as bênçãos da Igreja. Na renascença, período de maior liberdade religiosa, o suicídio recrudesceu e continua até nos dias atuais, principalmente explicados pelos problemas causados pela Revolução Industrial e pelo Capitalismo nascente, os quais diminuíram os apelos à Rel
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Suicida

Define-se suicídio como a atitude individual, de livre arbítrio, de extinguir a própria vida por ato deliberado, podendo ser causada entre outros factores por um elevado grau de desespero e sofrimento, geralmente de nível emocional, sentimental, mas também poderá ser causado por motivos económicos entre outros... viva Wikipedia.
Mas a definição é você quem faz
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